Minha Raiz. Impossível começar a falar sem lembrar essa terra linda de onde vim. Maranhão de encantos e belezas naturais, do bumba meu boi, cacuriá, terra da jussara e do guaraná Jesus, minha verdadeira raiz. A Ilha do amor, ilha do reggae, ilha magnética, ilha de upaon-açu: São Luis do Maranhão. Como bem diz a música e assim está sendo, guardada na memória e no coração ‘e se um dia eu for embora para bem longe deste chão eu jamais te esquecerei São luis do Maranhão eu jamais te esquecerei São luis do Maranhão eu jamais te esquecerei São luis do Maranhão’
“Cesar Nascimento: Ilha magnética” 
Escrito por valquiria marinho às 01:50
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Agora voltando a atualizar o blog. Que vai ter um novo formato aos poucos se refazendo depois de muito tempo sem atualizações, Dessa vez vou contar aqui minhas viajens, meu dia a dia aqui em Portugal, falar da saudade de casa, e dos amigos a cada história, viajem etc. e tal. Vou postar fotos novas e atuais. Para que todos possam partilhar comigo felicidades e aflições. Espero que gostem, comentem e visitem sempre o meu cantinho agora reformulado. Para falar mais da minha vida aqui. Espero vocês amanhã... Grande beijo. Valquiria Marinho
Escrito por valquiria marinho às 07:32
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C o n s u m a ç ã o atravessando lagoas de metamorfoses biológicas sem tomar conhecimento do fascínio dos garanhões Dasdores sem sequer ter visto as bolhas de águas turquesas o murmúrio dos golfinhos de F. de Noronha tomou água corrosiva as nuvens peregrinas regrediram ao perder o senso de vista penetraram em seu ventre ela ejaculou as façanhas na segunda vez que sorveu tal água fisgada pelas lascívias foi-se para os pés da ecosfera imaginando a magia do mundo da lua G e a n e L i m a F i d d a n é poeta, maranhense. Professora de Língua Inglesa e Literatura. Coordena um projeto de Literatura na Universidade Virtual do Maranhão. Possui algumas participações em antologias, festivais e eventos de poesia. geanerama@hotmail.com
Escrito por valquiria marinho às 23:16
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Quero Quero que todos os dias do ano todos os dias da vida de meia em meia hora de 5 em 5 minutos me digas: Eu te amo C a r l o s D r u m m o n d d e A n d r a d e é poeta, mineiro. Nascido em Itabira do Mato Dentro, em 31 de outubro de 1902. É considerado um dos melhores poetas brasileiros. Sua poesia é marcada pelos traços quotidianos, aliado a um lirismo espetacular. Possui publicados os seguintes livros “Alguma Poesia”, “Sentimento do Mundo”, “Brejo das Almas”, “Boitempo”, dentre outros
Escrito por valquiria marinho às 01:36
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PASSAGEM DO ANO
O último dia do ano não é o último dia do tempo. Outros dias virão e novas coxas e ventres te comunicarão o [ calor da vida. Beijarás bocas, rasgarás papéis, farás viagens e tantas celebrações de aniversário, formatura, promoção, glória, [ doce morte com sinfonia e coral, que o tempo ficará repleto e não ouvirás o [ clamor, os irreparáveis uivos do lobo, na solidão.
O último dia do tempo não é o último dia de tudo. Fica sempre uma franja de vida onde se sentam dois homens. Um homem e seu contrário, uma mulher e seu pé, um corpo e sua memória, um olho e seu brilho, uma voz e seu eco, e quem sabe até se Deus...
Recebe com simplicidade este presente do [ acaso. Mereceste viver mais um ano. Desejarias viver sempre e esgotar a borra dos [ séculos. Teu pai morreu, teu avô também. Em ti mesmo muita coisa já expirou, outras [ espreitam a morte, mas estás vivo. Ainda uma vez estás vivo, e de copo na mão esperas amanhecer.
O recurso de se embriagar. O recurso da dança e do grito, o recurso da bola colorida, o recurso de Kant e da poesia, todos eles... e nenhum resolve.
Surge a manhã de um novo ano.
As coisas estão limpas, ordenadas. O corpo gasto renova-se em espuma. Todos os sentidos alerta funcionam. A boca está comendo vida. A boca está entupida de vida. A vida escorre da boca, lambuza as mãos, a calçada. A vida é gorda, oleosa, mortal, sub-reptícia.
C a r l o s D r u m m o n d d e A n d r a d e é poeta, mineiro. Nascido em Itabira do Mato Dentro, em 31 de outubro de 1902. É considerado um dos melhores poetas brasileiros. Sua poesia é marcada pelos traços quotidianos, aliado a um lirismo espetacular. Possui publicados os seguintes livros “Alguma Poesia”, “Sentimento do Mundo”, “Brejo das Almas”, “Boitempo”, dentre outros
Escrito por valquiria marinho às 01:31
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Sina Cantando versos veros erro não encontro o acerto não encontro a medida não encontro a razão de ser servo Laura Amélia Damous é poeta, maranhense. Nascida em 10 de abril de 1945 em Turiaçu. Fez parte de vários movimentos literários na década de 70,80 e 90. Possui lançado os livros de poesias “Brevíssima Canção do Amor Constante”, “Cimitarra”, dentre outros.
Escrito por valquiria marinho às 01:42
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Wild Nights – Wild Nights by Emily Dickinson
Wild Nights – Wild Nights! Were I with thee Wild Nights should be Our luxury!
Futile – the winds – To a heart in port – Done with the compass – Done with the chart!
Rowing in Eden – Ah, the sea! Might I moor – Tonight – In thee!
Emily Dickinson (1830-1886), `o Belle de Amherst', poeta americano, escreveu centenas dos poemas including “porque eu não poderia parar para a morte”, o “coração, nós esquecer-se-á dele!”, “eu não sou ninguém! Quem são você?”, e “noites selvagens! Noites selvagens!”;
Escrito por valquiria marinho às 01:34
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Descoberta Sou um ser em descoberta a cada dia descubro um pouco mais de mim nos outros cada parte de mim que vejo em você Me força a crer que do mundo sou parte .Dólar,filme ,esporte ,arte tudo me completa e tudo me inclui Quando em você vejo a mim, em pequenas frações ou em grande parte fico completa a difusa em fim descubro sou arte ! Valquiria Marinho
Escrito por valquiria marinho às 20:51
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Etapas Olhar Paquerar Beijar Ficar Namorar Transar Noivar Casar Brigar Reconciliar Conflitar Separar Divorciar Recomeçar De novo Valquiria Marinho
Escrito por valquiria marinho às 20:50
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Tempo Segundos Minutos Horas Dias Semanas Meses Anos São pequenos demais em comparação ao carinho que tenho por ti. Valquiria Marinho
Escrito por valquiria marinho às 20:49
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Olhos Dilatados Depois de ter Meus olhos dilatados Pude ver hoje Com mais nitidez A luminosidade do pôr do sol. Sentir na pele que todas as pessoas são iguais Afinal! Meus amigos não usam internet Pois preferem os livros de auto-ajuda Nunca perdi um só amor Desde que conheci a paixão Já tentei entender o conteúdo da poesia Mas às vezes me pego lendo romances Nunca entendi porque gosto de Drumonnd Deve ser pela pedra que tinha no meio do caminho Depois de ter Meus olhos dilatados Comecei a ver a beleza de outras coisas Valquiria Marinho
Escrito por valquiria marinho às 19:53
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Crepúsculos amor é ser (e morre em si). ao ser amor) e por ser amor me completa me complementa me tem assim (toda) como sua dia e noite amor é ser você e eu eu e você nós nus um só ao ser amor Valquiria Marinho
Escrito por valquiria marinho às 19:53
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“Homem Comum” de Ferreira Gullar Sou um homem comum de carne e de memória de osso e esquecimento Ando a pé, de lotação, de táxi, de avião. e a vida sopra dentro de mim pânico feito a chama de um maçarico E pode subitamente apagar Sou como você, feito de coisas lembradas e esquecidas rostos e mãos o guarda-sol vermelho meio dia no sertão defuntas alegrias flores passarinhos facho de tarde luminoso nomes que já nem sei bocas babas e bacias bandeijas bandeiras bananeiras tudo misturado essa lenha que me acende e me faz caminhar Sou um homem comum brasileiro, maior, reservista, casado. e não vejo na vida, amigo. nenhum sentido senão lutarmos juntos por um mundo melhor Farreia Gullar é poeta, maranhense. Nasceu em 10 de setembro de 1930, na cidade de São Luís. É um dos criadores da Poesia Concreta no Brasil. Possui lançado os livros de poesias “A Luta Corporal”, “Crime na Flora” “O Poema Sujo”, “Barulhos”, dentre outros.
Escrito por valquiria marinho às 16:28
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DA FELICIDADE A felicidade absurda inesperada enche como maré alta Tomarei pé do outro lado do rio ou melhor naufragar-me nesta poça d’água Laura Amélia Damous é poeta, maranhense. Nascida em 10 de abril de 1945 em Turiaçu. Fez parte de vários movimentos literários na década de 70,80 e 90. Possui lançado os livros de poesias “Brevíssima Canção do Amor Constante”, “Cimitarra”, dentre outros.
Escrito por valquiria marinho às 18:15
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Homenagem à mulher que disse “bom dia” quase que o Bom Dia ecoou pelas ruas e destravava a garganta de todos mas a van,porra,dava sacudidelas e os olhos alternativos dos passageiros encaixotavam um som abafado a ciclista passou com o sol nas costas enquanto pets e lixo fumegavam sidra ,maçãs “Bom Dia!” a eternidade sopra farpas crianças são pombos e porcos na manhã sem papilas ouvi berros e girassóis Antonio Ailton é poeta, maranhense. Nascido em Bacabal no dia 29 de dezembro de 1968. Formado em Letras pela Universidade Federal do Maranhão. Faz parte do Grupo Curare de Poesia. Possui lançado os livros “As Habitações do Minotauro” ( Poesia) e “Humanologia do Eterno Empenho” ( Ensaio ), ambos vencedores em concursos do "Prêmio Cidade de São Luís", Func/MA. ailtonpoiesis@yahoo.com.br / poemasevendavais.zip.net
Escrito por valquiria marinho às 18:15
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